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O que eu mais prezo é a técnica, a segurança. Não preciso fazer carro com 12 metros de largura, 9, 10 metros de altura. Tenho que fazer carros que funcionem, que sejam seguros. Para isso temos uma equipe preparada. O carnaval tem que entender que não é mais dos anos 70, com carro que se empurra. Tem que ser bem cuidado, bem tratado, tem que ter uma técnica. Por isso, temos um cuidado no motor, no chassi. Então, as vezes, isso tudo é esquecido. As pessoas esquecem o que está dentro do carro alegórico e pensa simplesmente no externo, na estética . Não! Vamos pensar na segurança. Até porque estamos carregando vidas.

Paulo Barros, ao G1, sobre o acidente com o carro alegórico da Unidos da Tijuca

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