Logo Mellho
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Acho que a graça da profissão é a gente fazer o que a gente não é. Hoje, ali, vivendo na Bahia, fazendo um personagem baiano, todos que estão participando se sentiram tão baianos quanto um baiano e os admirando profundamente. [...] O Luís Mello, que não é um japonês, e ficou um barato, ele fez uma composição, não só da caracterização que fizeram nele, mas ele, como ator, teve uma dimensão de ir para um lugar que jamais imaginou. Ele virou japonês.

Giovanna Antonelli defende 'Segundo Sol', acusada de ter um elenco majoritariamente branco

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