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Virei estatística de novo. O nojento do motorista do Uber aproveitou meu estado, minha saia, minha calcinha pequena e enfiou um dedo imundo em mim, ainda pagando de que estava ajudando 'a bêbada'. Estou machucada mas estou em casa e medicada para me acalmar. Estou decidindo se quero me submeter à violência que é ir numa Delegacia da Mulher, já que a violência sexual é o único crime que a vítima é quem tem que provar. Estou com o olho roxo e a culpa de ter bebido e me colocado em posição vulnerável não me larga. A culpa não é minha. Eu sei. O mundo é um lugar horrível pra ser mulher.

Escritora Clara Averbuck conta que foi vítima de estupro por motorista de Uber

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